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	<title>Comentários em: Quer partilhar experiências de guerra colonial ou de colonização?</title>
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	<description>Pensar o passado para compreender o presente e fazer o futuro.</description>
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		<title>Por: Jose Vale</title>
		<link>http://marianinguem.wordpress.com/2007/03/27/quer-partilhar-experiencias-de-guerra-colonial-ou-de-colonizacao/#comment-5</link>
		<dc:creator>Jose Vale</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 20:38:34 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente parece que ninguém quer partilhar experiências da guerra, a avaliar pela ausência de comentários a esta proposta. E é pena que seja assim, pois triste é o futuro duma geração que não pode conhecer aspectos importantes da vida dos seus antecessores, que sem cognomes sonantes e sem títulos de nobreza, foram eles, tal como os das caravelas, que, afinal construiram esta nação. Eu próprio estive na guerra colonial, em Moçambique, tendo permanecido em Cabo Delgado, nome de guerra a sério, durante 24 meses, período em que assisti a tudo menos a beijinhos e carícias de amor. Só pontapés e estilhaços de granadas, que um dia espero publicar, para esta rapaziada de hoje, tenha um &quot;cheirinho&quot; da forma como é que os miúdos &quot;daquele tempo&quot; se faziam homens. Ou se calhar, já nem vale a pena mecher muito nesse assunto. Não sei!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente parece que ninguém quer partilhar experiências da guerra, a avaliar pela ausência de comentários a esta proposta. E é pena que seja assim, pois triste é o futuro duma geração que não pode conhecer aspectos importantes da vida dos seus antecessores, que sem cognomes sonantes e sem títulos de nobreza, foram eles, tal como os das caravelas, que, afinal construiram esta nação. Eu próprio estive na guerra colonial, em Moçambique, tendo permanecido em Cabo Delgado, nome de guerra a sério, durante 24 meses, período em que assisti a tudo menos a beijinhos e carícias de amor. Só pontapés e estilhaços de granadas, que um dia espero publicar, para esta rapaziada de hoje, tenha um &#8220;cheirinho&#8221; da forma como é que os miúdos &#8220;daquele tempo&#8221; se faziam homens. Ou se calhar, já nem vale a pena mecher muito nesse assunto. Não sei!</p>
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